Wednesday with Blues Pills + Sly Wear

Em um dos meus lugares favoritos nessa terra…Praia do Estaleiro. Porque eu vou pra lá mesmo quando o sol está tímido ou até totalmente dormindo. Esse dia o tempo não estava lá essas coisas mas a paisagem é sempre de encher os olhos. E pra esse fim de tarde fresquinho; nada mais prático e gostoso de usar do que um vestido fluído. Esse é da Sly Wear e eu curti demais a estampa e a modelagem dele. E o bacana é que serve perfeitamente também como saída de praia…Eu sou das peças versáteis, que podem e devem ser usadas de diferentes formas e ocasiões.

IMG_4289_Fotor

IMG_4313_Fotor

IMG_4299_Fotor

bluespills

IMG_4316_Fotor

IMG_4315_Fotor

IMG_4318_Fotor

IMG_4345_Fotor

 Vestido Sly Wear/ Jaqueta Lost/ Birken AnaCapri

E quem faz o som nessa quarta é a galera do Blues Pills ! Ótima qualidade musical, vocal feminino que eu adoro e aquela pegada underground que sempre vai bem. Tão anos 70…Dá o play que eu sei que você vai curtir!

 

Comente

Casa Aberta

Das páginas do Facebook que eu mais curto visitar. Confesso que fico mesmo esperando o próxima Casa Aberta! Por lá, espaços inspiradores, cheios de alma de pessoas reais. O site nasceu das boas ideias do fotógrafo Rodrigo Ladeira. E se tornou um dos meus lugares favoritas da blogosfera. Por lá, não falta criatividade e pessoas interessantes que fizeram questão de dividir conosco seus “ninhos” cheios de personalidade. Um blog de decoração?! Sim! mas bem diferente do que costumamos ver por aí…Ah e outra; os donos da casas ainda escolhem uma playlist bacana que vem junto de presente!

“Sempre busquei sites e revistas com referências para decorar e alterar meus cantos. Porém nunca encontrei fontes que fossem acessíveis financeiramente para mim. Projetos de grandes arquitetos e decoradores requerem muito investimento, o que não é possível para mim com 23 anos e recém formado. Foi em busca de referências e de compartilhá-las com os outros que veio a ideia do Casa Aberta. Mostrar casas, escritórios, lojas ou restaurantes que com apenas uma boa ideia e baixo custo seus donos conseguiram transformar o espaço em um lugar bonito e confortável”.

Casa-Aberta-01_1000 (1)

Casa-Aberta-01_1000

Casa-Aberta-14_1000

Casa-Aberta-09-copy_1000

Casa-Aberta-18-copy_1000

Casa-Aberta-01_1000 (2)

Casa Aberta 01_1000

# No site ainda tem um link que direciona para uma loja de pôsteres super bacana…AQUI!

Comente

The FoodTruck Experience

Boa gastronomia itinerante sobre rodas. Por que não?! Os FoodTrucks vêm invadindo lugares especiais do país e ganhando seu devido espaço. E agora em novembro, mais precisamente no dia 22 (anota aí) vai rolar em Floripa o The Food Truck Experience, o primeiro festival de food trucks de Santa Catarina. AQUI na FanPage do evento já começou a ser divulgado os expositores e todas as informações necessárias. Nos vemos lá mês que vem!

10509686_10204714610295683_5735333392743244144_n

The Food Truck Experience:
22 de novembro, das 16h às 22h,
No Trapiche da Beira-Mar Norte, em Florianópolis.

FanPage/ Instagram/ contato@foodtruckexperience.com

# E já que estamos falando de Food Trucks, dá um confere AQUI nos 6 imperdíveis para conhecer em SP.

Comente

Wednesday with The Smiths + Sly Wear

O bom e básico P&B + Jeans! Desde sempre atual e fácil de usar…Seja qual for sua idade e estilo, esse mix não tem erro. E como básica eu sou, tenho uma cisma danada com essa combinação de cores e texturas. Inclusive talvez seja minha favorita. E agora que a Sly Wear está com sua linha denim o pacote ficou completo! Com modelagens ótimas e super confortáveis eu ando curtindo demais as peças da marca. E pra fechar, camisa branca masculina (que eu prefiro por ser mais maior) que eu adoro e uso sempre!

IMG_4365_Fotor

IMG_4412_Fotor

IMG_4381_Fotor

IMG_4389_Fotor

smiths-the-50f664a13b769_0

IMG_4410_Fotor

IMG_4395_Fotor

IMG_4444_Fotor

IMG_4471_Fotor

 Saia e Blusa Sly Wear/ Sandália Schutz/ Colar STATE ME

E o sonzinho que embala essa quarta fica por conta da banda britânica The Smiths. Go, Morrissey! 

Comente

Reflexão

Eu vejo humanos e tão pouca humanidade. Em tempos estranhos, que o amor nos salve dessa vida. Que a filosofia da bondade voe na velocidade da luz. E é despertando que vamos conseguir…Seguimos, no bom caminho e no bloco da nova consciência.

20194-7e84a4f12466b847ab0faae0bfc278d8

“Um dos traços da evolução humana é a capacidade de aprender, de perceber os erros, refazer-se e tentar novamente, sempre deixamos marcas nas pessoas com tais experiências. Não podemos acreditar na possibilidade de controlar a percepção de cada um sobre o que somos, podemos apenas fazer o melhor possível e talvez sejamos lembrados segundo as nossas intenções.

Entenda! Você não é um espectro! Não passa pela vida de outras pessoas sem deixar substância alguma, ainda que tente passar despercebido, você é humano demais para isso. Mesmo os mortos esquecidos em seus apartamentos clamam na putrefação contra o esquecimento e a solidão. Não há quem passe pelas nossas vidas sob modo inodoro, insípido e incolor. Mesmo a apatia é uma presença, mesmo a aparente inércia do outro nos move e o desconhecido repousa em nosso subconsciente até que se revele.

De tempos em tempos, quando as pessoas, outrora comuns, nos parecem estranhas, desconhecido o que ainda há pouco foi tão íntimo, quando enfim nos sentimos um ‘Rocinante’, é então chegada a hora de rever a si mesmo. A disritmia é uma ressonância comum entre os seres, mas geralmente preferimos ignorar pequenos gestos, pequenas mudanças, sinais claros de que sopram novos ventos, o medo de mudar confina a alma, nos faz ser cruéis e injustos com os outros, nos conduz a mentira e a um vazio, tão grande, tão voraz.

Nossa humanidade ocasionalmente falha em perceber o infinito de possibilidades dos que nos circundam e das muitas feridas que ocasionalmente provocamos. Nesse processo vigora a urgência da ética, de ser justo antes de ser bom. Volta e meia essa conduta toma ares nietzschianos “não sou um homem, sou uma dinamite” e, sem doçura alguma, vomitamos um monte de coisas para explodir o que nos empareda. Feito o Rico, aquele pinguim maníaco de ‘Madagascar’.

Não raramente presenciamos sabias muralhas vagando como almas no limbo, por entre as seções de autoajuda ou na penumbra do aluguel de sofás ouvintes e superfaturados. Mudamos de religião, mudamos de amores, mudamos de casa, de endereço, de amigos, de trabalho, de dieta, mudamos os nossos nomes e ainda assim continuamos sempre no mesmo lugar, não percebemos a urgência intrínseca. São nesses instantes, de frustração e auto piedade, que muitos de nós aderem a um amargor tácito, uma frigidez mórbida, onde o sorriso do outro nos magoa, nesse instante somos comidos pela miséria da inveja.

Em outros casos, almas mais nobres entregam seus esforços aos outros, doam tempo, suor e sangue. Uma bondade proveniente de um vazio incomensurável que só encontra paz na felicidade do outro. Outros, menos nobres e afortunados, não padecem da inveja, mas não doam nada a ninguém, apenas mitigam sua dor e inadequação com o mundo, às vezes suspiram sem motivo, se entregam a emoções lenitivas e até sorriem quando solicitados.

São tempos dolorosos de isolamento, solidão e medo do outro. Humanos padecem em vida, como nunca antes, potencialmente belos, mas derramam frustrações por onde passam, podiam facilmente despejar sensualidade, inteligência e paixão, mas não, eles são o fruto precoce das desesperanças, da futilidade, da tola vaidade, das escolhas inconscientes e ainda mais dos lamentos.

O mal odor dos potes vazios e bem fechados ao serem rompidos. Amargos, por tão pouco, eles gotejavam um azedume espiritual, uma nódoa pessimista, descrente e lastimável. Doença moderna dos que permaneceram na ‘caverna’, eles nunca foram valorizados, acalentados, amados em plenitude, nunca se permitiram. Eles disseminam veneno sem verter antídoto.

Que nosso senso de justiça sobreviva e nos impeça de ferir alguém e não pedir perdão, de viver como amargurados cheios de si e certezas, como medrosos cordeiros nascidos no cárcere ou como tolos repletos de nada a dizer. Melhor é correr o risco, antes tentar ser verdadeiro do que perecer pela parcimônia da falsidade.

Mas que não se torne essa empreitada uma desculpa para julgar, ter e ser a verdade. Não recaia na pretensão de fazer das suas convicções as verdades alheias. Atenha-se para um pouco de Kant: “AJA COMO SE SUAS AÇÕES FOSSEM ADOTADAS E IMITADAS POR TODO MUNDO”. Apenas tome cuidado para não acreditar que suas ações devam ser tomadas por todos, pense antes na sequela que elas teriam se fossem tomadas na sua própria direção.

Maior aventura do que caçar moinhos e fazê-lo em um Rocinante”.

Fonte/ © obvious: http://lounge.obviousmag.org/encontros/2014/10/apelo-ao-extremamente-humano.html#ixzz3G8J6DvMO
Follow us: obviousmagazine on Facebook

Comente